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A
proposta do TSB-72 é ajudar no planejamento de um sistema
de cabeamento fibert-to-the-desk (FTTD) de 62.5/125m
m utilizando equipamentos eletrônicos centralizados
ao contrário do método tradicional de distribuição dos
equipamentos a pisos individuais.
As conexões da área de trabalho se estendem à conexão
cruzada principal pela utilização de cabos pull-through
(ligação direta), uma interconexão ou uma emenda no
armário de telecomunicações.
Usar uma interconexão entre o cabeamento horizontal
e o backbone permite a melhor flexibilidade, facilita
o gerenciamento e pode facilmente migrar para uma conexão-cruzada.
O comprimento máximo do cabeamento horizontal é especificado
como 90m. A distância do cabeamento horizontal e backbone
combinada com os cords da área de trabalho, patch cords
e cords de equipamento não pode exceder 300m (984ft).
O sistema de cabeamento centralizado deve localizar-se
no interior do mesmo edifício das áreas de trabalho
a serem servidas. Todo deslocamento e mudança de atividade
deve ser executada na conexão cruzada principal. Links
horizontais deveriam ser adicionados e removidos no
armário de telecomunicações.
Quando é usado o método pull-through, o cabo que passa
pelo armário de telecomunicações até a conexão cruzada
deve Ter uma contínua proteção. O comprimento do cabo
pull-through deve ser limitado a 300m (984ft).
No projeto do sistema de cabeamento centralizado, providenciar
que seja permitida a migração para o pull-throgh, interconexão
ou emenda para uma implementação de conexão cruzada.
Para facilitar esta migração, deve restar espaço suficiente
no armário de telecomunicações para patch panels adicionais.
Uma adequada folga (slack) no cabo deve restar para
permitir que cabos seja deslocados até a o local da
conexão cruzada.
A folga pode ser armazenada por cabos ou fibras sem
conectores. No preenchimento da folga, providenciar
que o raio máximo das curvas do cabo não será violado.
A folga de cabo pode ser armazenada no interior ou na
parede do armário de telecomunicações. Devem ser usadas
caixas para proteger folgas de fibras ópticas.
Na montagem da divisória ou montagem do rack, providenciar
que seja permitido futuro crescimento.
Na avaliação do tamanho do backbone, providenciar que
sejam permitidos futuros links horizontais, isto permite
minimizar a necessidade por cabos de backbone adicionais.
A fibra do backbone deve ser capaz de suportar atuais
e futuras tecnologia de rede. Tipicamente, são exigidas
duas fibras para cada conexão da área de trabalho.
A etiquetagem do sistema de cabeamento centralizado
deve seguir as exigências especificadas na norma ANSI/TIA/EIA-606.
Para assegurar a polaridade correta da fibra, o sistema
de cabeamento centralizado deve implementar a orientação
A-B na área de trabalho e a orientação B-A na conexão
cruzada central como especificado na norma ANSI/TIA/EIA-568-A.
Fibras podem ser unidas por conectores ou emendas. Estes
conectores devem obedecer às especificações da norma
ANSI/TIA/EIA-568-A. Fibras podem fundidas ou mecanicamente
emendadas, providenciar que obedeça às especificações
da norma ANTI/TIA/EIA-568-A.
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